O exercício ético no jornalismo

 

Fátima Côgo[1]

 

A nova Comissão de Ética dos Jornalistas será eleita nos próximos dias 15 e 16 de setembro

 

Diariamente, a questão ética nos alerta para a grande responsabilidade da cobertura jornalística diante da polarização e da mentira que desinformam a sociedade. Os valores e os princípios que fundamentam o fazer jornalístico exigem, acima de tudo, a prática da pluralidade e da diversidade na abordagem dos fatos.

Uma das formas de discutir o exercício ético, segundo destaca Rubem M. Camara Gomes, o Rubinho, que é membro da atual Comissão de Ética regional e candidato à reeleição, foi a criação das comissões de Ética pelos sindicatos de jornalistas. As comissões estão voltadas, tanto para profissionais de Comunicação, quanto para pessoas que se sentem atingidas, principalmente em tempos de “fake news”.

“Ético,” destaca Rubinho, “refere-se à Ética, uma parte da filosofia que estuda os princípios morais que orientam a conduta humana. Mediante uma escolha que possa afetar terceiros, a ética funciona como um juiz que irá avaliar a escolha feita por cada pessoa”.

A Comissão de Ética atua de forma autônoma e independente dos sindicatos e, aqui o Estado, será eleita no mesmo dia da eleição da nova diretoria do Sindijornalistas/ES em 15 e 16 de setembro. Estão concorrendo a jornalista Salomé Pedracini e os jornalistas Fabiano Mazzini, Luiz Vital, Roberto Moscoso (Hindu) e Rubens Manoel Camara Gomes (Rubinho), profissionais com vasta experiência em diversos veículos locais do jornalismo público e privado.

 

[1] Jornalista desde 1982 e candidata na chapa Afirmação da Democracia e do Jornalismo Profissional à eleição da diretoria do Sindijornalistas/ES, triênio 21/24.