Vazio e silêncio rondam a cobertura da arte e da cultura capixabas

De forma acelerada, a arte e a cultura vão perdendo espaço na imprensa local, onde impera a divulgação de entretenimento e de violência social. Espelha-se, aqui, uma situação nacional, aliada ao abandono dos espaços culturais urbanos. Nos últimos dias, a cidade foi sacudida por uma onda de protestos e de ações coletivas em defesa da revitalização e da recuperação do Centro Cultural Carmélia, localizado em Vitória, e que o governo Bolsonaro – após anos de abandono por parte dos governos estadual e municipal – solicitou a retomada para transformar em depósito de café.

Esse foi um dos temas da nossa live da última quinta-feira, 13 de agosto, com o jornalista, escritor e multimídia, José Roberto Santos Neves e com Kátia Gomes, diretora do Sindijornalistas, gerente de Jornalismo da TVE e representante dos servidores no Conselho de Administração da RTV/ES.

Uma conversa que mostrou o vazio da cobertura local e o contraponto feito pela TVE ao longo de seus mais de 40 anos de existência. Na verdade, uma trincheira de resistência na cobertura e na divulgação da arte e da cultura, como bem destacou Kátia Gomes, e que trabalha na emissora há mais de trinta anos. Boas conversas, memórias e considerações sobre o jornalismo cultural de ontem e de hoje, mediadas pelo secretário-geral do Sindijornalistas, Douglas Dantas e que a gente publica aqui. Inicialmente, José Roberto Santos Neves e, na sequência, Kátia Gomes.

Live Jornalismo Cultural c0m José Roberto Santos Neves.

Live A importância da TVE na cobertura com Kátia Gomes

 

Toda semana teremos mais uma live, dentro do projeto Quintas Jornalísticas. Participe com a gente no instagram do @sindijornalistases, sempre às 20 horas.

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